Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom
Santa Catarina terá
dose de reforço na imunização de idosos de 60 anos ou mais contra a Covid-19
cinco meses após completarem o esquema vacinal com as duas doses ou a dose
única. A proposta da Secretaria de Estado da Saúde (SES) foi aprovada em
reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), na tarde desta quinta-feira,
21. A reunião da CIB ocorreu em paralelo a 1° Assembleia Geral Extraordinária
do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems).
Segundo o
secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, a antecipação da dose de
reforço para os idosos é uma excelente notícia. “A antecipação de seis para
cinco meses para aplicação das doses de reforço nos idosos é um grande ganho
para Santa Catarina. Além de ampliarmos a proteção deste grupo, também
atendemos uma solicitação dos municípios. Estamos com quase 90% da população
vacinável com a primeira dose, colocando o estado em segundo lugar no ranking
nacional, e com 64% com a segunda dose ou dose única.”
A logística de
encaminhamento de doses para os municípios tem ocorrido de forma ágil e leva em
conta a estimativa populacional do IBGE. No entanto, a observação da
Superintendência de Vigilância em Saúde do Estado (SUV) é de que, em alguns
locais, a baixa procura pela dose de reforço e a segunda dose está colocando em
risco o prazo de validade das vacinas.
“A orientação que
encaminhamos aos municípios é que o imunizante do laboratório Pfizer deve ser
mantido até 31 dias em temperatura de 2 a 8 graus. Se as vacinas não forem
usadas nesse período, devem ser descartadas. Com a aprovação dessa antecipação,
podemos dar maior flexibilidade para que os municípios, a partir da
disponibilidade de doses, possam utilizá-la sem risco de haver perdas. Além
disso, permitirá que um maior número de idosos receba a dose de reforço”,
explicou Eduardo Macário, superintende da SUV/SC.
Reforço na imunização
Com relação à
aplicação da dose de reforço, até o momento foram aplicadas pouco mais de
162.190 doses em idosos com 60 anos ou mais. Entre eles, 30,5% daqueles com
idade acima de 80 anos, 23,4% dos de 70 a 79 anos e 1,2% dos idosos de 60 a 69
anos já receberam a vacinação suplementar, segundo dados do Vacinômetro SC.
“A dose de reforço
na imunização de idosos é uma forma de potencializar e reativar a capacidade de
resposta imune do organismo. Neste grupo, a resposta vacinal pode ser reduzida
por causa do progressivo declínio da função imunológica, provocado pelo
envelhecimento natural das células. A dose suplementar fará com que haja uma
maior e mais prolongada proteção, servindo para que os casos e mortes nessa
população não voltem a subir”, detalhou Macário.
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