Na Delegacia de Polícia da Fronteira de São Lourenço do Oeste, uma pessoa se apresentou, por um número de telefone, aos agentes policiais como Juiz de plantão. Revelando ter conhecimento sobre informações específicas, ele solicitou dados sobre um auto.
O episódio ocorreu no Poder Judiciário, mas também já
aconteceu envolvendo informações falsas de Promotores de Justiça. O caso
explicita a necessidade de se prevenir e identificar ações que comprometam a
segurança de cidadãos e órgãos oficiais. Em todas as modalidades, a intenção é
sempre a mesma: roubar dados pessoais e financeiros.
Diante de qualquer suspeita, o Ministério Público de Santa
Catarina (MPSC) recomenda bloquear o número, procurar a Polícia Civil ou
Militar para confirmar as informações - número e solicitações - e registrar um
boletim de ocorrência. Essa formalização ajuda no avanço das investigações para
identificar os golpistas. No MPSC, a Coordenadoria de Inteligência e Segurança
Institucional é responsável por tomar providências e buscar evitar que
situações similares aconteçam.
O MP catarinense ainda alerta que não solicita senhas, dados
bancários ou transferências de dinheiro. Caso receba mensagens suspeitas em
nome da Instituição, o cidadão deve entrar em contato com a Promotoria de
Justiça mais próxima para confirmar a veracidade.
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01/05/2026 - 00h15 -
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