Foto: Ascom/TJSC
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) empossou,
nesta terça-feira (27), 39 juízes e juízas substitutos que passam a integrar o
quadro da magistratura estadual. A cerimônia foi realizada na Sala de Sessões
Ministro Teori Zavascki, em Florianópolis, e marcou o reforço da prestação
jurisdicional no 1º grau em diversas comarcas catarinenses.
Entre os magistrados empossados está o miguel-oestino Lucas
Signor Favero de 31 anos, que passa a representar São Miguel do Oeste no
Judiciário catarinense. A nomeação do novo juiz substituto é motivo de destaque
para a região do Extremo-Oeste, que passa a contar com um conterrâneo atuando
diretamente na magistratura estadual.
A solenidade foi conduzida pelo presidente do TJSC,
desembargador Francisco Oliveira Neto, e contou com a presença do 1º
vice-presidente, desembargador Cid Goulart, do corregedor-geral da Justiça,
Luiz Antônio Zanini Fornerolli, além do presidente eleito do Tribunal,
desembargador Rubens Schulz, entre outras autoridades.
Durante o evento, o presidente do Superior Tribunal de
Justiça (STJ), ministro Antônio Herman de Vasconcellos e Benjamin, enviou
mensagem destacando a diversidade de origem dos novos magistrados. Segundo ele,
a posse representa a integração de diferentes regiões do país a uma
magistratura reconhecida nacionalmente.
Em seu discurso, o presidente do TJSC ressaltou o papel do
Judiciário como pilar do Estado Democrático de Direito e a responsabilidade dos
novos juízes. “Vocês serão a mão do Estado que dará resposta à sociedade, que
conhece seus direitos e espera do Judiciário decisões justas e equilibradas”,
afirmou.
Após um período de aperfeiçoamento na Academia Judicial, que
inclui visitas a unidades especializadas, Lucas Signor Favero e os demais
magistrados recém-empossados irão atuar em parte das 113 comarcas espalhadas
por Santa Catarina, reforçando o atendimento à população e a celeridade dos
processos judiciais.
O 1º vice-presidente do TJSC destacou que esta gestão
concluiu três concursos da magistratura, um número considerado histórico, refletindo
o compromisso do Tribunal com a renovação dos quadros e o fortalecimento da
Justiça catarinense.
A presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses
(AMC), juíza Janiara Maldaner Corbetta, ressaltou o simbolismo da toga e a
responsabilidade inerente ao cargo. “Vestir a toga é assumir o compromisso de
garantir direitos individuais, coletivos e sociais, sempre com independência,
equilíbrio e humanidade”, afirmou.
Falando em nome dos empossados, o primeiro colocado no
concurso, juiz substituto Ismael Silva Brizolla, destacou o rigor do certame e
o significado da conquista para os novos magistrados.
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