Foto: Alex Brandon/Pool via REUTERS
O principal
diplomata dos EUA iniciou um esforço diplomático arranjado às pressas para
desarmar a crise na Ucrânia e impedir o que Washington e seus aliados
temem ser uma iminente invasão russa.
A Rússia reuniu
dezenas de milhares de soldados perto das fronteiras da Ucrânia no que Kiev e
seus aliados temem que possa ser uma preparação para uma nova ofensiva militar
contra a Ucrânia.
O secretário de
Estado, Antony Blinken, estava conversando com o presidente ucraniano
Volodymyr Zelenskyy em Kiev na quarta-feira, depois de avisar que Moscou estava
pronta para atacar seu vizinho em “prazo muito curto” depois de reunir tropas
ao longo de sua fronteira compartilhada.
Além disso, a
Rússia transferiu tropas adicionais para a Bielorrússia nesta semana, antes do
que Minsk disse serem exercícios conjuntos planejados no próximo mês.
Blinken se reunirá
com aliados em Berlim na quinta-feira e na sexta-feira terá conversas com seu
colega russo Sergey Lavrov em Genebra, na Suíça.
Sua viagem visa
enfatizar o apoio dos EUA à Ucrânia e impressionar a necessidade de desescalada
na Rússia, que rejeitou as acusações de Washington e Kiev de ter impulsionado a
crise.
Em vez disso, o
Kremlin culpou a aliança da Otan, liderada pelos EUA, por minar a
segurança da região e divulgou uma lista de exigências de segurança que,
segundo ele, precisam ser atendidas para acalmar as tensões existentes.
“Gostaria de
agradecer pessoalmente, ao presidente [dos EUA] Biden e ao governo dos EUA por
seu apoio, pela assistência militar à Ucrânia, por aumentar essa assistência”,
disse o presidente ucraniano a Blinken durante a reunião da dupla.
Blinken havia
confirmado anteriormente US$ 200 milhões em ajuda de segurança para Kiev.
Uma autoridade de
segurança cibernética ucraniana disse que Kiev está pronta para novos ataques
cibernéticos após um incidente recente envolvendo dezenas de sites do governo.
Cerca de 70 sites
de órgãos governamentais nacionais e regionais foram alvos do ataque de 14 de
janeiro, mas nenhuma infraestrutura crítica foi afetada e nenhum dado pessoal
foi acessado, de acordo com Victor Zhora, vice-presidente do Serviço Estadual
de Comunicação Especial e Proteção da Informação.
Investigações
iniciais realizadas pelo Serviço de Segurança da Ucrânia indicaram que grupos
de hackers ligados a Moscou estavam envolvidos. Zhora sugeriu que o ataque
pode ser apenas a primeira onda de uma ofensiva maior.
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