Supremo Tribunal Federal (STF) Foto: Divulgação/STF
O promotores
aposentados, Wilson Koressawa e Getúlio Alves de Lima, de Brasília,
encaminharam uma ação à Procuradoria Geral do Ministério Público Militar. Eles
pedem “a decretação imediata da prisão em flagrante ou pelo afastamento” de
nove ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Wilson Koressawa e Getúlio Alves de Lima, autores da ação, alegam que os ministros estão incursos nas penas de "crimes permanentes e inafiançáveis contra a ordem constitucional e o Estado Democrático de Direito, crimes de genocídio, tortura praticados pela organização criminosa promovida, constituída e integrada por todos os representados”.
Alegando, entre outras situações, a prática de “prisões consideradas inconstitucionais e ilegais, além de abusivas, e com o uso indevido de algemas, vedadas pelos próprios representados”, dois advogados, que são promotodes de justiça aposentados de Brasília, apresentaram notícia-crime à Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público Militar com pedido de prisão de nove ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os alvos da ação são os ministros Dias Toffoli, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes. Apenas o ministro Kassio Nunes Marques não consta na petição. As informações são do Diário do Poder.
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