Corte vai decidir se decisão do ministro Edfson Fachin será ou não mantida
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga, hoje, outro tema que causa apreensão no Palácio do Planalto, porque pode manter apto a disputar a eleição de 2022 o principal adversário político do presidente Jair Bolsonaro nas próximas eleições: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os 11 integrantes da Corte vão decidir se confirmam a anulação das condenações que a Operação Lava-Jato impôs ao petista. O caso deve se estender na sessão de amanhã.
A anulação das condenações de Lula e a transferência das ações penais do petista (da Justiça Federal de Curitiba para a do Distrito Federal) foram decididas há um mês pelo relator da Lava-Jato no STF, Edson Fachin.
O caso de Lula e o julgamento sobre a instalação da CPI da Covid produzem reflexos imediatos para o governo Bolsonaro, que se vê desgastado, registrando perda de popularidade em pesquisas, diante do agravamento da pandemia, do ritmo lento de vacinação da população no país e dos efeitos da covid-19 sobre a economia.
A expectativa é de que o voto de Fachin sobre Lula seja longo, estendendo a discussão para amanhã.
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