Santa Catarina abriu 33.994 vagas formais de trabalho em
fevereiro de 2021, resultado de 132.831 admissões e 98.837 demissões no Estado,
um aumento de 95% em relação ao mesmo mês de 2020, que registrou um saldo de
17.395 empregos. É o quarto melhor desempenho do país em volume de carteiras
assinadas. O balanço foi divulgado nesta terça-feira, 30, pelo Cadastro Geral
de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.
Os números de fevereiro foram os melhores do ano com
crescimento de 3,9% em relação a janeiro, que teve 32.694 vagas criadas. O
resultado também representa mais de 8% dos 401.639 empregos gerados em todo o
território nacional no mês passado.
“Com um aumento de 95% de empregos formais, em relação ao
mesmo período de 2020, Santa Catarina mostra sua força produtiva diante do
cenário nacional. A manutenção do emprego é peça chave no enfrentamento deste
período e representa a força que faz a roda da economia girar. É fundamental
trabalharmos de maneira justa, pela saúde das pessoas e pelas oportunidades no
mercado de trabalho. Assim, seguiremos adiante rumo a retomada pós pandemia”,
avalia o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano
Buligon.
Em termos relativos, Santa Catarina ampliou em 3,09% o
estoque de trabalhadores com carteira assinada nos últimos dois meses, o
segundo maior crescimento relativo entre os estados e acima da média nacional,
cuja ampliação foi de 1,68%.
Atividades econômicas
A alta na criação de vagas de emprego com carteira assinada
no estado foi impulsionada em fevereiro pela Construção, com a criação de 2.389
postos, uma variação de 2,04%.
Em números absolutos, as atividades de serviços foram o
grande destaque, com a criação de 14.883 postos, com uma variação de 1,81%. O
resultado foi puxado, principalmente, por setores como administração pública
(3.499), educação (2.481), saúde (1.159) e atividades de limpeza (1.473).
Na indústria, que também apresentou excelente desempenho com
a segunda maior variação (1,92%) entre os grandes grupamentos, os subsetores
que mais contribuíram foram a confecção de artigos do vestuário (3.236),
produtos têxteis (1.466) e produtos alimentícios (1.394).
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