O Ministério
Público de Santa Catarina (MPSC), por meio do seu Centro de Apoio Operacional
do Consumidor (CCO), e o PROCON/SC emitiram uma nota técnica
conjunta dirigida aos supermercados do estado para alertar sobre a prática de
preços abusivos e orientar os estabelecimentos sobre como proceder caso os
fornecedores o pratiquem.
No documento,
dirigido à Associação Catarinense dos Supermercados (ACATS), o CCO e o PROCON
explicam as implicações legais de se aumentar os preços dos produtos sem
justificativa e de colocar o consumidor em desvantagem exagerada, entre outras
práticas que são consideradas crimes previstos no do Código de Defesa do
Consumidor e costumam ocorrer em situações de crise, como a que se vive no
estado devido à pandemia do novo coronavírus.
A nota também
ressalta que tais crimes só podem ser caracterizados mediante investigação e
que muitas vezes o aumento abusivo pode ser cometido pelos fornecedores.
Diante dessas e
outras razões, a nota técnica orienta os estabelecimentos associados à ACATS a
não praticarem aumento de preços abusivos e sem justificativa.
Além disso, a ACATS
e seus associados são orientados a comunicar imediatamente ao MPSC e ao
PROCON sempre que algum fornecedor aumentar de forma abusiva e injustificada os
preços de seus produtos, "inclusive como forma de se resguardarem das
consequências daí decorrentes".
A nota técnica
conjunta é assinada pelo Coordenador do CCO, Promotor de Justiça Eduardo
Paladino, e pelo Diretor do Procon/SC, Tiago Silva Mussi.
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