Carlos Agostini, com o prefeito Zanardi, quer reduzir a demanda reprimida na Saúde (Foto: Ascom/Prefeitura)
Entre as prioridades, Tatu citou a conclusão do novo posto de saúde do bairro São Jorge, que está na fase final e deve receber duas equipes para ampliar a cobertura. O antigo prédio, segundo ele, deverá ser cedido ao HEMOSC para coleta e, futuramente, também para distribuição de sangue, evitando deslocamentos desnecessários da população para outros municípios.
O secretário ressaltou que o maior investimento da saúde hoje é em profissionais. Nos últimos meses, o município contratou especialistas que antes não atendiam localmente, como cardiologia e ginecologia em regime de 40 horas semanais, além de urologia, ortopedia, psiquiatria e endocrinologia. A ampliação do quadro busca enfrentar um dos principais gargalos do sistema: as filas acumuladas, intensificadas no período pós-pandemia.
Tatu explicou ainda que parte das dificuldades envolve cirurgias eletivas, cuja regulação é estadual. Mesmo assim, o município negocia o credenciamento de hospitais locais ao SUS para realizar mais procedimentos em São Miguel do Oeste, reduzindo custos e o desgaste dos pacientes com deslocamentos para outras cidades.
Ao final, Tatu reforçou que a Secretaria de Saúde terá portas abertas para a comunidade e que o foco da gestão é combinar investimento, ampliação de equipes e organização dos fluxos para oferecer um atendimento mais rápido e humanizado à população.
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