Imagem: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados
A Câmara dos
Deputados aprovou nesta quarta-feira, dia 25, o projeto que impede a aplicação
de alíquotas de ICMS iguais às cobradas sobre produtos supérfluos
para bens e serviços relacionados a combustíveis, gás natural, energia
elétrica, comunicações e transporte coletivo. A proposta classifica esses
setores como essenciais e indispensáveis.
Pelo texto, que será enviado ao Senado, esses itens passam a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que proíbe estados de cobrarem taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia entre 17% e 18%.
Segundo o projeto, as compensações abrangem perdas ocorridas durante todo o ano de 2022 e serão interrompidas caso as alíquotas retornem aos patamares vigentes antes da publicação da futura lei ou se não houver mais saldo a ser compensado, o que ocorrer primeiro.
Embora o projeto trate da compensação da queda de receita por causa da diminuição da alíquota sobre esses produtos e serviços agora considerados essenciais, a apuração das perdas englobará o ICMS total arrecadado.
“O mais importante é darmos uma resposta hoje à população brasileira, que não aguenta mais essa carestia, essa angústia de ver corroído toda semana o orçamento familiar exatamente pelo preço de dois itens significativos: o combustível e a energia”, afirmou o autor do projeto, Danilo Forte.
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